O MEL DE ABELHA

Mel

As abelhas, depois de fazerem uma grande viagem aérea, se encontram com milhares de cálices de flores abertas nos quais se introduzirão por completo, sedentas por beber o néctar, o qual recolhem em seus nectários. Guardam em suas glândulas a essências açucarada da seiva das flores. A abelha aspira esse suco através de sua trompa e o transmite para a sua boca, onde é processado com sua saliva, operando‐se uma autêntica transformação do mel, já que converte um mel complexo numa levulose e frutose de fácil digestão. Esse processo se realiza através de uma enzima chamada invertina, que se encontra no seu aparelho digestivo. O tipo de mel dependerá das flores que a abelha está visitando.

O mel mais puro é o natural, do qual não se retira o pólen nem a geleia real que contém, como por exemplo, o que é colectado nos exames das regiões dos desertos altos do Arizona e em outros lugares distantes da contaminação e dos pesticidas. Esses produtos da abelha, colectados por
métodos modernos, garantirão o mais puro e inigualável produto.

Como se sabe, as abelhas voam de flor em flor colectando o néctar. O néctar é levado ao favo para converter‐se em mel. Uma abelha pode voar sobre aproximadamente mil flores para recolher o néctar suficiente para encher seu estômago. São necessários 60 estômagos de abelha, cheios, para encher um dedal de mel. Para fazer meio litro de mel, as abelhas têm de visitar entre 2 a 4 milhões de flores.

Como regra geral, os germes não crescem no mel puro. Por essa razão, usa‐se o mel para nutrir as
crianças e os enfermos.

Este mel contém uma quantidade muito ampla de nutrientes tais como:

– Carotenóides, que se convertem em vitamina A

– Vitaminas: B1, B2, B3, B5, B6 e B12

– Biotina e ácido fólico

– Cálcio, cobre, ferro, manganês, fósforo, potássio, enxofre, 19 aminoácidos, incluindo os 8 aminoácidos essenciais

– Várias enzimas e carboidratos

O mel contém em si a energia vital da natureza, retirada do néctar das flores, as quais estão impregnadas de raios de sol.

Referências bibliográficas: “O mel como fonte de vida”, Regina Signorini.

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