ALIMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO:

É através da alimentação que o ser humano recebe os elementos essenciais para abastecer seu corpo físico e desempenhar suas atividades cotidianas.

Fazem parte da nossa dieta diária os carboidratos, lipídios, proteínas, vitaminas, sais minerais e água.

Os alimentos fornecem os nutrientes necessários para que o corpo funcione de forma equilibrada. Quando os alimentos não contêm os nutrientes adequados ou nas quantidades exigidas pelo organismo, alguns órgãos têm de trabalhar de forma inadequada para compensar as faltas.

Nosso organismo necessita de 107 nutrientes básicos assim divididos: 76 Minerais;

16 Vitaminas;

12 Aminoácidos e

03 Ácidos graxos.

Segundo a OMS e vários estudos científicos, os 4 melhores alimentos para o ser humano são:

Leite materno;

Ovo (se frito, em óleo ou gordura de côco); Óleo de côco;

Quinoa (cada 100 gramas contém 15 g de proteínas, 68 g de carboidratos, 9,5 g de ferro, 286 mg de fósforo, 112 mg de cálcio e 5 g de fibras).

Veja abaixo alguns dos nutrientes necessários ao nosso organismo e algumas de suas fontes:

Carboidratos: São encontrados nas frutas, nos legumes, feijões, nozes, sementes,massas, grãos e batatas. Os carboidratos fornecem de 45 a 65% das calorias diárias de uma dieta.

Lipídios: São substâncias solúveis em compostos orgânicos, contendo ácidos graxoscomo gorduras, óleos, certas vitaminas, hormônios, etc.

Proteínas: São encontradas nas farinhas, carnes, ovos, frango, peixe, soja e outrosvegetais.

Vitaminas: São encontradas em cereais na forma integral, pães, feijão, fígado, ovos,vegetais de folhas (couve, repolho, espinafre, etc,)

Minerais como zinco, potássio, ferro e cálcio são encontrados em carnes, fígado, ovos,peixes, legumes e frutas. Minerais como fósforo, magnésio, boro, cromo, cobre, manganês, selênio, silício, enxofre, molibdênio e vanádio são necessários à saúde em quantidades reduzidas, portanto, uma dieta normal provê as quantidades necessárias desses elementos.

Nosso organismo consegue sintetizar algumas vitaminas, mas não todas. Por isso elas devem ser ingeridas através da alimentação, especialmente dos vegetais.

Em função da pobreza do solo como consequência do uso abusivo de defensivos e de adubos de base NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), é aconselhável o uso de complementos alimentares de vitaminas e minerais.

Muitos leitores vão achar estranho não ver o leite relacionado como fonte de carboidrato, proteínas, vitaminas e sais minerais como cloro, fósforo, potássio, sódio, cálcio e magnésio. É que o leite pode ter tudo isso em sua composição, mas só é importante para o bezerro, não para o ser humano.

Existem muitos defensores dos produtos lácteos que enaltecem as qualidades do leite, dos seus derivados e dos seus elementos, no entanto, esses defensores trabalham em causa própria, sejam como produtores de leite, como acionistas das indústrias de laticínios, ou apenas agentes pagos para defender uma idéia que garanta a prosperidade dos produtores e da indústria leiteira.

Eles podem defender seus negócios e até morrer consumindo-os, mas não devem, em hipótese alguma, incentivar o consumo de algo tão danoso como o leite e os derivados dele.

O Dr. Walter C. Willett, Professor de Saúde Púbica de Harvard, no programa de pesquisa Cohort, (pesquisa feita sem interferir na rotina das pessoas, apenas observando, perguntando e anotando os dados relativos à pesquisa) com mais de 200.000 enfermeiras e 50.000 médicos, durante quase 20 anos, para levantar dados sobre o uso do leite e a correlação com o cálcio, osteoporose e outros efeitos nas pessoas que tomavam leite e os que não tomavam, deixou, com sua pesquisa, uma montanha de dados críticos sobre o consumo de leite e sua ligação direta com dezenas de doenças que têm suas causas diagnosticadas como hereditariedade, ansiedade, tabagismo, alcoolismo, etc.

A maioria dos dados relativos as doenças provocadas pelo leite e seus derivados são oriundos dessa pesquisa.

Ela também serviu de base para muitas outras pesquisas sobre o consumo de leite e as doenças que são originadas pelo seu consumo, como:

Em Adultos:

  • Esclerose Múltipla;
  • Diabetes tipo 2;
  • Osteoporose;
  • Câncer de mama, de ovários, próstata e útero;
  • Doenças Respiratórias;
  • Doenças Digestivas;
  • Doenças Genitourinárias;
  • Doenças Neurológicas, como doença de Parkinson e mal de Alzheimer;
  • Doenças Alérgicas e Auto-imune;
  • Doenças da Pele e Tecidos Celulares subcutâneos;
  • Dislipidemias;
  • Doenças Infecciosas;
  • Doenças Endócrinas;
  • Doenças Hematológicas;
  • Doenças Oftalmológicas;
  • Doenças Osteoarticulares;
  • Doenças Otorrinolaringológicas
  • Doenças da fala e da audição;
  • Doenças Cardiovasculares;
  • Doenças do cabelo e unhas;
  • Obesidade;
  • Doença de Crohn;
  • Endometriose;
  • Fratura de quadril;
  • Doenças Policísticas – Renais e Ovarianas;
  • Osteomalacia.

Em Crianças:

  • Autismo;
  • Alergias;
  • Asma e problemas respiratórios;
  • Anemia;
  • Raquitismo;
  • Doenças autoimune;
  • Doenças Digestivas;
  • Doenças Infecciosas;
  • Diabetes tipo 1;
  • Lúpus;
  • Depressão;
  • Doenças Neurodegenerativas;
  • Osteoporose;
  • Esclerose Tuberosa;
  • Infecção do ouvido (Otite);
  • Obesidade infantil;
  • Morte Súbita.

Segundo o Dr. Wilkin Terrence, no British Medical Journal, quanto maior for a ingestão de cálcio, maior será a incidência de fraturas de quadril.

Para ele, a relação ideal de cálcio/magnésio é de 2:1 (dois por um), e a relação no leite é maior que 10:1 (dez por um), o que pode causar fraturas de quadril e morte por doença cardíaca.

Segundo uma pesquisa americana, realizada no final da década de 90, sobre a ingestão de Cálcio X Osteoporose, nos Estados Unidos e China, veja gráfico abaixo:

PAÍSES CÁLCIO FONTE INCIDÊNCIA
U.S.A. 1.143 mg Produtos Lácteos Epidemia
CHINA 544 mg Vegetais Rara

Calcionismo

Segundo o Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista, nutrólogo, autor de 35 livros e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas, existe um verdadeiro mito sobre o calcionismo. Os médicos e os nutricionistas apontam o leite como o alimento com o maior volume de cálcio, sendo, por isso, o alimento ideal para o ser humano.

O que eles não informam é que o cálcio do leite para ser absolvido pelos ossos, necessita do magnésio e da vitamina D para fazer a absorção e, como somos carentes destes elementos em nosso organismo, o cálcio do leite será depositado nas juntas, provocando a artrite, a artrose e outras doenças das articulações, além das outras doenças acima descritas.

Os estudos também comprovam que nos países asiáticos, como China, Japão, Vietnam, Tailândia e outros, onde não existe o consumo de produtos lácteos, é baixa a taxa de osteoporose e fraturas, esclerose múltipla, doenças cardíacas, Parkinson, câncer e obesidade.

Nos países onde é grande o consumo de leite e derivados como Austrália, Nova Zelândia, América do Norte e oeste da Europa, existe a maior incidência de osteoporose e fraturas ósseas, além das outras doenças citadas acima.

Ao contrário do que dizem alguns médicos, o leite é um veneno para o ser humano e seu consumo pode acarretar vários danos à saúde, principalmente às artérias.

As artérias carótidas são as responsáveis por levar sangue oxigenado ao cérebro. Com o tempo estas artérias podem apresentar obstruções ao fluxo sanguíneo cerebral, em geral pelo depósito de placas de colesterol e cálcio, que diminui a quantidade de sangue oxigenado no cérebro. Em determinado momento da obstrução, esta pode causar um acidente vascular cerebral (AVC), seja pelo entupimento ou pelo descolamento de pequenas placas de gordura que entopem pequenas artérias no interior do cérebro.

Alerta: Em geral um AVC é precedido de pequenos sinais de aviso: fraqueza edormência de um dos lados do corpo; inabilidade de controlar os movimentos de uma perna ou braço; perda temporária de parte da visão; inabilidade de falar claramente; dificuldade de compreender o que outras pessoas falam; tonturas e confusão mental.

No século XX as doenças cardiovasculares e os vários tipos de câncer se estabeleceram como as principais causas de óbitos na população adulta, chegando a ter critérios para classificá-las como verdadeiras pandemias. Não foi aventada a aplicação de vacinas como em outras pandemias, pois os resultados financeiros para esses tratamentos já eram e são absurdamente rentáveis.

Agora, no século XXI, podemos notar que nada mudou. As mesmas doenças continuam a matar e nenhuma voz se levanta para dizer que está tudo errado. As reportagens exibidas nas redes de TV falam das mesmas coisas, das mesmas doenças, das mesmas formas de tratamento e sempre enaltecendo os novos produtos farmacêuticos como a salvação para essas e outras doenças, sendo mais um paliativo nos tratamentos dos efeitos.

O Colesterol não é um Inimigo

Segundo o Dr. Dwight Lundell, médico cardiologista que já realizou mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, faz a afirmação de que as informações “científicas” sobre o colesterol estão erradas e que ele não é o inimigo que fomos obrigados a acreditar.

Médicos como o Dr. Lair Ribeiro; Dr. John Henry Tilden e Dr. Otto Heinrich Warburg em seus trabalhos confirmam esta informação.

Ao longo do tempo muitos “formadores de opinião”, baseados em literatura científica, insistiam que a doença cardíaca resultava dos elevados níveis de colesterol no sangue. A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringindo a ingestão de gordura.

Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia levar a ações judiciais por erros médicos.

Esta afirmativa, contudo, não é verdadeira! No início do século XX o Dr. John Henry Tilden anunciou que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca. A redescoberta, recente, de que a inflamação na parede da artéria é a causa da doença cardíaca, levou muitos médicos alopatas a reverem seus conceitos e reverem seus paradigmas na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratadas.

As recomendações alimentares estabelecidas há muito tempo podem ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências tornam insignificantes qualquer epidemia em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.

Apesar do fato de que 1/4 da população estadunidense toma medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de terem reduzido o teor de gordura na sua dieta, milhões de norte americanos irão morrer este ano de doença cardíaca; quando transferimos esses dados para todas as Américas, Europa, Ásia, África, Oriente Médio e Oceania, os números tornam-se assustadores. É como se tivéssemos uma guerra mundial por mês.

Estatísticas do American Heart Association mostram que 75 milhões dos norte americanos sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão afetando as pessoas cada vez mais jovens, em maior número a cada ano.

Repetindo: Sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames.

Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.

A inflamação não é complicada – é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor, tais como toxinas, bactérias ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos.

No entanto, expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais ele não foi projetado para processar, permite o ocorrência de uma inflamação crônica. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.

O paciente, com uma receita a base de estatina e a orientação para uma dieta com pouca ou nenhuma gordura, simplesmente segue a recomendação, tendo, a partir dai uma alimentação baixa em gordura e rica em gorduras poliinsaturadas e carboidratos, não sabendo que está causando prejuízo para os vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.

Deixe-me repetir: A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sangüíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada, por anos, pela medicina alopática.

Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados (açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6, vegetais como soja, milho e girassol, que são encontrados em muitos alimentos processados.

Repetindo o Dr. Dwight Lundell, imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelha e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por vários anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar acontecendo em seu corpo agora com uma alimentação inadequada.

Em qualquer lugar onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma coisa. O Dr. Dwight Lundell disse que olhou dentro de milhares e milhares de artérias. Nas artérias doentes, segundo ele, parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.

Ao comermos algo preparado com farinha branca e açúcar, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um guerreiro invasor chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcar e carboidratos simples, ou processados em óleos Omega-6, são a base da dieta de muitos povos. Estes alimentos vão, lentamente, envenenando a todos.

Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o nível de açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta o pâncreas libera insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue nas células, onde será usado para gerar energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso será rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.

Quando as células rejeitam a glicose extra o açúcar no sangue aumenta, o pâncreas produz insulina que não será usada e a glicose terá de ser convertida em gordura e armazenada em algum lugar, normalmente, no fígado.

O que tudo isso tem a ver com a inflamação?

Moléculas do açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez riscam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões nas paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao elevar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.

Mesmo que você não veja, pode ter certeza que está acontecendo! Está ocorrendo uma inflamação em suas artérias.

Toda alimentação está comprometida com os venenos disfarçados de bons produtos e com aparência de inocente, como são os óleos com ômega-6, como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados são fabricados com óleos ômega-6 para alongar a vida útil.

Enquanto ômega-6 é essencial – e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula – ele precisa estar em equilíbrio correto com o ômega-3.

Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir pequenas proteínas chamadas citocinas, que causam inflamação.

Atualmente a alimentação global tem produzido um grande desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de desequilíbrio varia de 15:1 a 30:1 em favor do ômega-6. Isso é um exagero na quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos saudáveis uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.

O excesso de peso, provocado por comer esses alimentos, cria uma sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias, que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo pode começar com um simples pão doce, mas transforma-se em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.

Não há como escapar do fato de que: quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia.

O corpo humano não consegue processar, porque não foi concebido para consumir os alimentos fabricados com açúcar e embebidos em óleos omega-6.

Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação: voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolher carboidratos mais complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadores de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados que são feitos a partir deles.

Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, o de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite de oliva ou manteiga animal alimentado com capim. As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poliinsaturados rotulados como supostamente saudáveis.

Esqueça a “ciência” que martela sua cabeça com teorias sem fundamento. A ciência que afirma que gordura causa doença cardíaca; que aumenta o colesterol. Esta “ciência” é uma enganação.

A medicina alopática cometeu um erro absurdo quando aconselhou às pessoas a evitarem a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.

O que você pode fazer agora é escolher alimentos integrais, aqueles que nossas avós serviam; e não esses que nós encontramos hoje nos corredores de supermercados, cheios de elementos industrializados. Eliminando esses alimentos que inflamam e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo, causados pelo consumo da dieta típica dos tempos modernos.

A nossa alimentação continua a fazer vítimas em todo o mundo. As indústrias de refrigerantes não se cansam de fazer propagandas enaltecendo o corpo bonito e sarado de quem toma esta ou aquela marca. Outras estimulam o consumo como se a mesma tivesse o dom de colocar a pessoa no lugar certo e na hora certa. As indústrias de alimentos e de laticínios continuam a usar venenos como conservantes, corantes, secantes, umidificantes, etc., etc., como se no país não existissem leis para coibir este tipo de ação. As leis existem e são muitas, no entanto, o poder público não fiscaliza e a população não cobra por não ter conhecimento de que estão consumindo veneno.

Todos os refrigerantes possuem um pH ácido, variando de 2,7 a 3,5. Os principais componentes usados em refrigerantes são ácido cítrico, ácido fosfórico e ácido tartárico, além de antioxidantes, como o ácido ascórbico; conservantes como ácidos benzóico e sórbico; edulcorantes e dióxido de carbono (gás carbônico). A reação química da água com o gás carbônico dá origem a outro ácido, o ácido carbônico que é altamente corrosivo.

Para aumentar a pressão interna e conservar a bebida, o fabricante resfria o produto e insere uma dose extra de CO2, Dióxido de carbono.

Como o pH é muito ácido, o corpo vai precisar de uns 30 copos de água para neutralizar 100 ml de refrigerante, ou 300 copos de água para neutralizar 1 litro e minimizar os riscos de doenças graves.

As pessoas precisam saber que todo alimento industrializado faz mal à saúde e que os processos industriais para todos os tipos de alimentos contém produtos químicos altamente danosos ao corpo humano, como soda cáustica, açúcar, ácido fosfórico, ácido carbônico, vários tipos de gordura, corantes, conservantes, umidificantes, secantes, etc.

Como o leite é o campeão de danos a saúde e não existe informação disponível sobre isso na mídia, acho oportuno explicar melhor os dados inseridos no texto em função de muita gente achar que o leite é um alimento saudável e seguro.

Segundo o Jornal da Cardiologia do Estados Unidos, “Circulation nº 21” de 1960, na Técnica de Tratamento Sippy Diet, o paciente tomava um copo de leite (300ml) de 4 em 4 horas para tratamento de úlceras. Isso provocou um aumento de 600% na incidência de infarto de miocárdio.

Estes dados foram possíveis depois de muitos estudos sobre o leite, sobre o rebanho leiteiro, vacinas e tratamentos que o gado recebia ao longo da vida produtiva.

Antes uma vaca tinha uma vida produtiva de 20 anos, agora ela vive apenas 6 anos. O motivo é que ela é inseminada dois meses após uma cria. Assim ela passa a ter uma gravidez constante, ocasionando um aumento de 33 vezes nos níveis do hormônio Estrona, que é um hormônio cancerígeno para o ser humano.

Concentração de Estrona (no Soro do Leite):

Vaca não prenhe Prenhe 41-60 dias Prenhe 220-240 dias

30 pg/ml – pico gramas por ml.

151 pg/ml – pico gramas por ml.

1000 pg/ml – pico gramas por ml.

Pegando-se o volume de Estrona do final da gravidez que é de 1000 pg/ml e dividindo-o pelo volume de Estrona da vaca não prenhe que é de 30 pg/ml, teremos um aumento de 33 vezes nos níveis de Estrona no soro do leite.

Normalmente o leite é pasteurizado a 72º C por 15 segundos, enquanto o UHT (longa vida) é pasteurizado a 130/150º C por 5 segundos e resfriado instantaneamente. Ao voltar à temperatura ambiente o número de bactérias no leite comum dobra a cada 20 minutos.

O leite longa vida dura 180 dias na prateleira do supermercado, o que é um absurdo em termos de conservação. O que é colocado neste leite? Quais produtos químicos, ou venenos o consumidor vai dar aos seus filhos?

Cada ml de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células de pus e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias vivas e a 750 milhões de células de pus por litro.

A homogeneização (processo para evitar a formação de nata) quebra moléculas de gordura em partículas menores que chegam na corrente sanguínea, permitindo que várias toxinas que “grudam” na gordura, como chumbo, dioxinas, etc., cheguem aos órgãos internos sem nenhum tipo de barreira.

A paratuberculose por microbactérias provoca uma doença conhecida por “Mal de Johne”. As vacas diagnosticadas com esta doença tem diarréia e intensa eliminação de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite e não são destruídas pela pasteurização. Ao consumir este leite o ser humano passa a ser um hospedeiro da bactéria, resultando daí a Síndrome do Intestino Sensível ou Doença de Crohn. Esta doença normalmente é tratada pelos médicos alopatas com cortisona ou corticosteróides, que produzem muitos tipos de efeitos colaterais.

Seguindo os conselhos de Edgar Cayce em sua leitura nº 288-38, ele diz: Recomenda-se comer uns 80% de alimentos alcalinos e uns 20% de alimentos ácidos.

Para facilitar a confecção dos alimentos, na sequência foi criada uma relação de alimentos ácidos e alcalinos, tornando mais fácil a proporcionalidade aconselhada por Edgar Cayce.

Alimentos Acidificantes:

Carnes – Todas as espécies;

legumes cozidos, pão de centeio, pão de trigo, ovos, manteiga, iogurte, queijo, sal comum, creme de leite, fígado, ostras, peixes, sementes de abóbora, gergelim e de girassol, margarina, toucinho, chá preto, mate, cacau, mel processado, batata sem casca, vários tipos de feijão, fruta enlatada, arroz branco, milho, aveia, centeio, peru, galinha, carneiro, leite e derivados, castanha de caju, pistache, café, vinho, açúcar refinado, açúcar branco, mascavo, melaços, geléias, maionese, mostarda, vinagre, ameixa seca, suco de fruta adoçado, trigo, pão branco, massas assadas, biscoitos, macarrão, pizza, queijos, sorvete, pudins, amendoins, nozes, cervejas, refrigerantes, bebidas alcoólicas, cigarros, chocolates, bolos, adoçantes artificiais, alimentos industrializados, cristalizados e em conservas, frituras, corantes, adoçantes.

Alimentos Alcalinizantes:

Frutas, aspargo, sal marinho, alho, orégano, azeite de oliva, alecrim, aipo, rabanete, couve, cebola, sucos de vegetais, salsa, espinafre cru, brócolis, limão, lima, melancia, laranja, manga, mamão, quiabo, abóbora, pepino, feijão verde (favas), beterraba, salsão, alface, abobrinha, batata doce, cenoura, tomate, quinoa, milho verde, cogumelo, repolho, ervilha, couve-flor, nabo, azeitona, banana, cereja, abacaxi, pêssego, abacate, tâmara, figo, melão, melancia, uva, amoras, maçã, pêra, queijo e leite de soja, castanha portuguesa, castanha do Pará, avelãs, côco, gengibre, sementes germinadas, algas marinhas (kombu, wakame, hijiki, spirulina, clorela, etc), e mel natural.

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