COMO SURGEM AS DOENÇAS?

O PRINCÍPIO DE TODAS AS DOENÇAS

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Segundo o Dr. John Henry Tilden, todas as doenças têm um roteiro de sete estágios, que ele formulou no início do século XX e que foi bem detalhada pelo Dr. Gabriel Cousens em seu livro sobre a cura do diabetes e que pode ser lido na sequência:

 

 

ESTÁGIO 1: ENERVAÇÃO ou INTOXICAÇÃO
Enervação é a redução da energia nervosa, pela qual as funções normais de manutenção e eliminação do corpo são debilitadas, sobretudo a eliminação de toxinas endógenas e exógenas, ou seja, criadas de dentro (por meio de processos metabólicos normais) e de fora (que nos dias de hoje incluem as 65.000 toxinas em nosso meio ambiente criadas pelo homem e as excitotoxinas, aditivos alimentares e toxinas geradas pelo ato de cozinhar e processar alimentos). A pessoa nesse estágio é geralmente inativa, vive num ambiente tóxico e consome toxinas que não são eliminadas pelo organismo no tempo adequado.

 

 

ESTÁGIO 2: TOXEMIA ou INTOXICAÇÃO GENERALIZADA
A estagnação do primeiro estágio leva a um acúmulo de toxinas no corpo, substâncias que começam a saturar o sangue, a linfa e as células. O estágio 2 se caracteriza pela letargia, e, no caso do diabetes, já temos células que estão desenvolvendo précondições para serem insensíveis à sinalização da insulina por estarem intoxicadas.
Entre as fontes comuns de toxemia estão diversas toxinas endógenas e exógenas, que hoje podem ser reconhecidas como pré-condições para o diabetes.
Algumas toxinas endógenas: Internas
– Resíduos metabólicos, subprodutos tóxicos no âmbito celular;
– Resquícios desperdiçados da atividade celular;
– Células mortas;
– Sofrimento e excessos emocionais e mentais e;
– Excessos, fadiga e sofrimento físico.
Algumas toxinas exógenas: Externas
– Alimentação artificial;
– Alimentos naturais prejudicados por cozimento, refinação e adição de conservantes;
– Combinações inadequadas de alimentos, resultando em toxinas endógenas;
– Uso de medicamentos, ervas processadas e suplementos;
– Uso de álcool, tabaco e todas as formas de drogas;
– Poluentes ambientais, comerciais e industriais e;
– Ar e água impuros.

 

ESTÁGIO 3: IRRITAÇÃO ou pré-INFLAMAÇÃO
O corpo fica irritado pelo acúmulo de toxinas no sangue, na linfa e nos tecidos, e o espaço intersticial entre as células começa a parecer um depósito de lixo tóxico. As células e os tecidos onde ocorre o acúmulo são irritados pela natureza tóxica desses resíduos, resultando em inflamação.

 

ESTÁGIO 4: INFLAMAÇÃO
O corpo enervado agora sofre as conseqüências da toxemia. As células ficaram irritadas, e, após as alterações celulares e a degeneração do corpo, ocorre a inflamação propriamente dita. O processo inflamatório produz as famosas “ites”. Na pele, dermatite. Na garganta, amidalite e, depois, faringite, esofagite. No estômago, temos a gastrite. No intestino delgado, ileíte. No cólon, colite. No coração, pode haver cordite. No fígado, hepatite. Ou seja, você pode ter uma inflamação (uma “ite”) em qualquer parte do corpo. Ou várias partes do corpo.

 

ESTÁGIO 5: ULCERAÇÃO ou INFLAMAÇÃO CRÔNICA
A úlcera pode ser vista como consequência da degeneração do corpo. Qualquer tecido pode sofrer ulceração, mas as de pele são as mais conhecidas. Os tecidos são destruídos. O corpo cria úlceras, formando uma saída para o acúmulo tóxico e a pessoa sofre a multiplicação e piora dos sintomas, acompanhadas da intensificação da dor.

 

ESTÁGIO 6: ENRIJECIMENTO
Enrijecimento significa endurecimento ou formação de cicatrizes nos tecidos. O enrijecimento resulta de inflamação crônica de longa data com acessos de inflamação aguda. A inflamação crônica debilita ou torna a circulação mais lenta, e, como algumas células não resistem, são substituídas por cicatrizes. É assim que perdemos células saudáveis – pela inflamação crônica e morte das células.
A aterosclerose é uma forma de enrijecimento. Com pouca ou nenhuma circulação, acúmulo de toxinas e pouco oxigênio, criamos as condições para o sétimo estágio da doença: proliferação de fungos ou câncer.

 

ESTÁGIO 7: PROLIFERAÇÃO DE FUNGOS
Quando as condições internas se deterioram a ponto de inviabilizar os processos aeróbicos (que precisa de ar ou oxigênio), as células podem voltar a uma forma mais rudimentar de sobrevivência. Alterações bioquímicas e morfológicas pelo depósito de toxinas endógenas e exógenas levam à degeneração e à morte celular. As células podem se manter por processos anaeróbicos (dividindo o oxigênio existente em matéria
orgânica), os mesmos usados por muitas bactérias. Quando as células mudam de forma e função dessa maneira, o oncologista lhe dá a má notícia: câncer.

 

Fonte: O Livro Vermelho da Saúde – Renato Dias

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